








Variado em cores, tamanhos e detalhes, os guarda-chuvas podem ser simples, básicos ou ainda bastante elaborados. Alguns são discretos, outros espalhafatosos. Alguns mais resistentes, enquanto outros quebram e entortam com o primeiro vento. Tem aqueles que sempre fechados e uns e outros que contrariamente preferem a... chuva. Mas, ei, tem uma coisa: será que estamos falando apenas de guarda-chuvas?
Empregando a metonímia como principal figura de pensamento, esta crônica de Vitor Rocha descreve diversas maneiras de ser e estar no mundo, buscando enxergar a vida com curiosidade. O livro é construído como um caderno de anotações e desenhos, convidando-nos a mergulhar numa espécie de investigação da intimidade dos tipos humanos por meio deste objeto tão comum, porém, tão revelador.
Não é interessante pensar como nossas preferências pessoais por um guarda-chuva ou a maneira como nos relacionamos com objetos triviais revelam algo de nós mesmos?
